Construção de prédio de salas comerciais: o que decide se ele vai lotar ou ficar vazio
Construção de prédio de salas comerciais em Criciúma: estrutura, circulação, estacionamento e valorização. Veja o que a EZA aprendeu em 35 anos de obra.
A construção de prédio de salas comerciais é, na prática, uma aposta em quem vai ocupar aquele espaço nos próximos vinte, trinta anos. E é uma aposta que se ganha ou se perde muito antes da inauguração, lá na planta, na escolha da estrutura, no desenho da circulação e no número de vagas de estacionamento. A EZA Engenharia constrói em Criciúma e região desde 1991, e já viu prédio bem localizado ficar com sala vazia porque o projeto não pensou em quem ia usar o espaço no dia a dia. Este texto é sobre o que realmente pesa nessa conta.
Estrutura: pensar no futuro inquilino antes de fechar o projeto
Todo prédio de salas comerciais carrega uma incerteza: quem vai ocupar cada sala daqui a cinco ou dez anos ainda não está definido. Pode ser um consultório, pode ser um escritório de advocacia, pode virar uma clínica que precisa de instalação elétrica reforçada e ponto de água em lugares específicos. A estrutura precisa deixar essa porta aberta.
Na prática isso significa projetar vãos livres maiores, sem pilar no meio da sala atrapalhando um futuro consultório ou uma sala de reunião. Significa também prever prumadas de instalação elétrica e hidráulica com folga, porque trocar tubulação depois que o prédio está pronto custa caro e para o edifício inteiro, não só uma sala. A EZA aplicou esse raciocínio na obra comercial da SATC, onde o uso institucional exigia flexibilidade de layout que só se resolve com estrutura pensada desde a fundação.
Prédio comercial rígido demais na estrutura envelhece rápido. O que hoje é uma sala de escritório pode, em poucos anos, precisar virar consultório ou loja, e o prédio que aceita essa mudança sem obra pesada é o que segura valor no mercado.
Circulação: o detalhe que separa prédio cheio de prédio esvaziado
Circulação boa não aparece em foto de fachada, mas é a primeira coisa que um cliente de clínica ou consultório sente ao visitar o espaço para alugar. Corredor estreito, elevador pequeno, escada mal posicionada: tudo isso afasta quem precisa receber paciente, cliente ou fornecedor com regularidade.
Um prédio como o da Werner Backes Advogados, por exemplo, tem outro tipo de fluxo de visitante do que uma loja como a Decor Export. Advogado recebe cliente com hora marcada, em ritmo mais espaçado. Loja recebe gente o dia inteiro, em fluxo contínuo. O projeto de circulação precisa considerar esse tipo de uso desde o início, e não tentar encaixar depois.
Vale pensar também em acessibilidade, não como exigência burocrática, mas como decisão comercial. Prédio sem rampa ou elevador adequado perde inquilino em potencial antes mesmo de mostrar a sala.
Estacionamento: onde muito projeto comercial erra
Em Criciúma e nas cidades da região, como Içara, Forquilhinha e Nova Veneza, quase ninguém chega a um prédio comercial a pé. Isso parece óbvio, mas é surpreendente quantos projetos comerciais reservam vaga de estacionamento como se fosse item secundário, resolvido no que sobrar do terreno.
Sala comercial sem vaga suficiente vira sala difícil de locar, ponto final. Um consultório médico ou uma clínica, como a Miocuore, depende de paciente que chega de carro e precisa estacionar perto, sem rodar quarteirão. Prédio com estacionamento insuficiente empurra esse paciente para o concorrente que resolveu essa conta.
O número de vagas também influencia diretamente o valor do aluguel que se consegue cobrar. Duas salas idênticas, no mesmo bairro, com a mesma metragem, podem ter valores de locação bem diferentes só porque uma tem vaga garantida e a outra não.
Valorização: prédio comercial bom se paga na locação, não só na venda
Quem investe na construção de prédio de salas comerciais geralmente pensa em dois caminhos: vender as unidades prontas ou manter e alugar. Os dois dependem da mesma base, que é a qualidade do projeto, mas a valorização aparece de formas diferentes em cada caso.
Na venda, o que conta é a percepção imediata: acabamento, localização, vaga de garagem, fachada. Na locação, o que sustenta o valor ao longo dos anos é o prédio funcionar bem no dia a dia, sem manutenção constante, sem problema de infiltração, sem elevador quebrando. Um prédio que funciona segura o inquilino, e inquilino que fica é o que garante renda estável para quem investiu na obra.
A engenharia própria da EZA entra justamente nesse ponto: acompanhar a obra do projeto à execução evita os erros de acabamento e instalação que, lá na frente, viram manutenção cara e desvalorização silenciosa do imóvel.
Locação: pensar no anúncio da sala ainda durante a obra
Um erro comum é só pensar em quem vai locar a sala depois que o prédio está pronto. O ideal é o contrário: definir o perfil de inquilino ainda na fase de projeto, porque isso muda decisões concretas, como o tamanho médio das salas, a divisão de metragem por andar e até a localização das entradas.
Prédio comercial em Criciúma que mira em profissional liberal, tipo escritório de contabilidade ou advocacia, pede salas de metragem menor e mais unidades por andar. Prédio pensado para clínica ou consultório médico costuma pedir salas maiores, com estrutura para ponto de água extra e reforço elétrico. Não dá para fazer o projeto genérico e decidir isso só na hora de anunciar.
Essa definição prévia também ajuda na velocidade de ocupação. Prédio que sai do papel já com um público definido tende a preencher as salas mais rápido do que aquele que espera aparecer interessado para só então adaptar o espaço.
Construir um prédio de salas comerciais não é erguer quatro paredes e dividir o espaço depois. É decidir, antes da primeira escavação, que tipo de inquilino você quer atrair e por quanto tempo quer que o prédio valha a pena. A EZA Engenharia projeta e executa esse tipo de obra em Criciúma desde 1991, com engenharia própria do início ao fim, e já aplicou essa lógica em prédios comerciais como o da SATC e em obras de escritório como a da Werner Backes Advogados. Se você tem um terreno e está pensando em construir para locar ou vender salas comerciais, vale a conversa antes do projeto fechado. Fale com a EZA pelo WhatsApp (48) 99191-2018 ou pelo e-mail [email protected].
Perguntas frequentes
Quantas vagas de estacionamento um prédio de salas comerciais precisa ter em Criciúma?
Depende do zoneamento e da área construída de cada lote, e a exigência muda conforme o bairro e o uso previsto para as salas. Por isso a análise de viabilidade é feita lote a lote, antes de fechar o projeto, para garantir que o número de vagas aprovado no prefeitura seja compatível com o tipo de inquilino que o prédio pretende atrair.
É melhor construir salas comerciais menores e em maior número, ou salas maiores e mais amplas?
As duas opções têm público. Salas menores locam mais rápido e atraem autônomos e escritórios enxutos, mas o metro quadrado tende a valer menos. Salas maiores demoram um pouco mais para preencher, porém atraem clínicas, consultórios e empresas que precisam de mais estrutura, e costumam pagar aluguel mais alto por metro. A EZA ajuda a pensar essa proporção ainda na planta, olhando para o perfil de quem procura sala comercial na região.
A EZA constrói prédio de salas comerciais do zero ou também reforma prédios existentes para esse fim?
As duas coisas. A EZA já entregou obra comercial nova, como o prédio ligado à SATC, e também reformas de espaços existentes para uso comercial, caso da Clínica Miocuore e da Decor Export. Se o terreno já tem uma construção, dá para avaliar se compensa mais reformar ou demolir e começar do zero.
Quer construir a sua casa de alto padrão em Criciúma?
A EZA Engenharia cuida do seu projeto do início à entrega, desde 1991.
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