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Projeto de obra comercial: onde nascem o prazo e o custo real

EM RESUMO

Como o projeto de obra comercial define custo, prazo e funcionamento do espaço. Veja por que compatibilizar instalações antes de construir evita retrabalho.

Prancheta com projeto de obra comercial sobre mesa de escritório de engenharia, com planta baixa, réguas e capacete ao lado, ambiente da EZA Engenharia em Criciúma

Todo projeto de obra comercial decide, antes de qualquer tijolo assentado, se a obra vai custar o que foi orçado ou vai estourar em três meses. É na prancheta que se resolve o cruzamento de tubulação com viga, a posição da caixa de gordura, o pé-direito que vai caber o ar-condicionado da loja. Depois que a fundação está pronta, corrigir esses detalhes custa dez vezes mais caro e sempre atrasa a inauguração. A gente já viu isso de perto em quase quatro décadas de obra em Criciúma e região.

Por que o projeto pesa mais no custo do que a mão de obra

Quando o cliente pede orçamento, quase sempre pensa em material e mão de obra. Mas o que realmente decide se a obra vai custar dentro do previsto é o projeto de obra comercial que vem antes disso tudo. Um projeto que já prevê o layout final da loja, o fluxo de clientes, onde vai ficar o caixa e onde vai ficar o estoque evita que a gente construa uma parede para depois derrubar porque o lugar do balcão mudou.

Na Decor Export, por exemplo, o projeto definiu desde o início a circulação entre as áreas de exposição e o depósito, pensando em como os móveis grandes entrariam e sairiam da loja. Se isso fosse decidido só na obra, com o piso já feito, a solução ficaria mais cara e mais feia. Projeto bom não é luxo, é a forma mais barata de construir.

Compatibilização de instalações: o ponto que mais gera retrabalho

Compatibilizar instalações significa cruzar o projeto elétrico, o hidráulico, o de ar-condicionado, o estrutural e o de incêndio num só desenho, antes de furar qualquer laje. Parece burocracia, mas é justamente aí que moram os problemas mais caros de uma obra comercial. Uma tubulação de esgoto que passa exatamente onde deveria ter uma viga, um duto de climatização que não cabe no forro que o projeto arquitetônico previu, um quadro elétrico posicionado atrás de onde vai ficar a porta.

Em obras como a da Clínica Miocuore e do escritório Werner Backes Advogados, a quantidade de instalações técnicas é grande: rede elétrica estabilizada, pontos de dados, climatização dividida por ambiente, hidráulica específica em salas de procedimento. Sem compatibilizar tudo isso no papel, a obra vira um quebra-cabeça resolvido na marra, com pedreiro, eletricista e encanador brigando pelo mesmo espaço dentro da parede.

O uso do espaço muda o projeto, não o contrário

Cada tipo de obra comercial tem uma lógica de uso diferente, e o projeto precisa nascer dessa lógica. Um restaurante exige cozinha dimensionada para o fluxo de pratos, exaustão calculada, piso que aguenta lavagem pesada. Uma academia precisa de pé-direito maior, piso que absorve impacto, ventilação cruzada. Um hotel, como o Centenário, tem a complexidade de multiplicar o mesmo padrão de suíte dezenas de vezes mantendo instalações hidráulicas e elétricas organizadas em prumada.

Isso muda completamente o que entra no projeto. Não adianta pegar uma planta genérica e adaptar depois. Quando o projeto de obra comercial é pensado a partir de como o negócio vai operar no dia a dia, a obra sai mais rápida porque cada decisão já tem resposta certa. Quando é pensado só para aprovar na prefeitura e ajustar depois, a obra vira uma sequência de decisões de última hora.

Prazo de obra se ganha antes de começar a construir

Um erro comum é achar que prazo se ganha apurando o ritmo do canteiro. Na verdade, a maior parte do atraso em obra comercial nasce de decisão tomada tarde. Cliente que só define o acabamento do piso depois que a estrutura está pronta, projeto elétrico que chega na obra depois que a alvenaria já subiu, ajuste de layout que exige quebrar parede recém-rebocada.

Na obra comercial da SATC, por exemplo, o cronograma dependia de etapas concomitantes: estrutura, instalações e acabamento andando em sequência apertada. Isso só funciona quando o projeto já resolveu as interferências antes da obra começar. Cada semana de atraso numa obra comercial tem custo direto, seja aluguel de imóvel provisório, seja faturamento que deixa de entrar porque a loja não abriu.

Engenharia própria do projeto à execução muda o resultado

Existe uma diferença grande entre contratar um escritório para o projeto e uma construtora separada para a execução, ou contratar quem faz as duas pontas com a mesma equipe de engenharia. Quando o mesmo time que desenha também constrói, o projeto já nasce pensando na obra real, no fornecedor disponível na região, no prazo de entrega de material em Criciúma, Içara, Forquilhinha ou no litoral perto do Balneário Rincão.

Isso evita o vai e vem clássico entre arquiteto e construtora, cada um jogando a responsabilidade do problema para o outro. Na EZA, quem projeta acompanha a obra e quem constrói participa das decisões de projeto. O resultado é um edifício comercial que funciona do jeito que foi pensado para funcionar, sem as gambiarras que aparecem quando o projeto e a execução não conversam.

Um projeto de obra comercial bem feito custa tempo de escritório. Uma obra sem projeto direito custa tempo de canteiro, e esse é caro de verdade. A EZA está há mais de 35 anos em Criciúma fazendo esse tipo de conta bater antes do primeiro tijolo. Se você está com um terreno, um ponto comercial ou uma reforma na cabeça, fala com a gente pelo WhatsApp (48) 99191-2018 ou pelo e-mail [email protected]. A gente senta, olha o uso que você precisa dar ao espaço e desenha o projeto para funcionar, não só para aprovar na prefeitura.

Perguntas frequentes

Quanto tempo leva para desenvolver um projeto de obra comercial?

Depende do porte e da complexidade das instalações, mas para uma loja ou sala comercial de porte médio a EZA costuma levar de três a seis semanas entre levantamento, arquitetura, compatibilização e projetos complementares. Clínicas e restaurantes, que têm mais instalações técnicas, podem levar um pouco mais. O prazo do projeto é sempre menor do que o prazo que ele economiza na obra.

Dá para começar a obra e ir ajustando o projeto no caminho?

Dá, e é o que muita gente faz para tentar ganhar tempo. Na prática costuma ser o contrário: cada ajuste feito com a obra andando gera demolição, retrabalho e um pedreiro parado esperando decisão. A EZA prefere fechar o projeto antes de levantar a primeira parede, mesmo que isso pareça mais devagar no início.

A EZA faz só projeto ou entrega a obra completa?

A EZA entrega as duas pontas com engenharia própria, do projeto à execução. Isso evita o problema comum de um escritório desenhar e outra empresa construir sem falar direito um com o outro. Quem projetou sabe exatamente como vai construir, e quem constrói sabe por que cada detalhe do projeto foi pensado daquele jeito.

Quer construir a sua casa de alto padrão em Criciúma?

A EZA Engenharia cuida do seu projeto do início à entrega, desde 1991.

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