Facebook da EZA Engenharia Instagram da EZA Engenharia
BR

Projetos complementares: o que são e por que a sua casa precisa deles

EM RESUMO

Entenda o que são os projetos complementares de uma casa, do estrutural ao luminotécnico, e o risco de construir sem eles. Guia da EZA Engenharia.

Engenheiro da EZA Engenharia conferindo projetos complementares de uma casa de alto padrão em Criciúma

Projetos complementares são os projetos técnicos que fazem a casa funcionar: estrutural, elétrico, hidrossanitário, climatização e luminotécnico. O projeto arquitetônico define como a casa vai ser. São os complementares que definem como ela fica de pé e como recebe energia, água e conforto. Neste texto a gente explica o que faz cada um deles e o que costuma acontecer quando a obra começa sem esses desenhos na mão. Em mais de 35 anos de canteiro em Criciúma, já vimos os dois cenários de perto.

O que são projetos complementares

O projeto arquitetônico é o ponto de partida. Ele define os espaços, a fachada, as aberturas, o jeito da casa. Só que ele sozinho não diz qual viga segura o vão da sala, por onde passa o esgoto da suíte nem onde fica o quadro de energia.

Esse detalhamento é o papel dos projetos complementares. São projetos técnicos, feitos por engenheiros especializados, que transformam a intenção do arquiteto em instrução precisa para o canteiro. Sem eles, quem decide esses detalhes é quem estiver com a colher de pedreiro na mão, na hora, no improviso.

Os cinco projetos que toda casa precisa

Numa residência de alto padrão, a gente trabalha no mínimo com estes cinco. Cada um responde por um sistema que o morador usa todos os dias, mesmo sem perceber.

Dependendo da casa, entram ainda outros, como impermeabilização, paisagismo e automação residencial. Mas esses cinco são a base de qualquer obra bem resolvida.

O que acontece quando a obra começa sem eles

A gente vê o mesmo filme se repetir. A parede sobe e o eletricista corta a alvenaria inteira para passar conduíte. O encanador fura a viga porque o esgoto não tinha caminho previsto. O ar-condicionado vira uma máquina aparente na fachada porque ninguém reservou espaço para ela.

Cada improviso desses custa duas vezes: você paga para fazer e paga de novo para refazer. E tem o custo que não aparece na planilha, o prazo que estica e o acabamento de parede rasgada, que nunca fica igual. Nos casos mais sérios, furar viga ou apoiar carga onde o cálculo não previu compromete a segurança da estrutura.

Boa parte dos erros mais comuns em obra que chegam até nós em pedidos de correção nasce aí, em casa construída sem projeto ou com projeto pela metade.

Compatibilização: fazer os projetos conversarem

Ter os cinco projetos resolve metade do problema. A outra metade é garantir que eles não briguem entre si. Compatibilização é isso: sobrepor estrutural, elétrico, hidrossanitário, climatização e luminotécnico para caçar conflitos no papel, onde corrigir custa quase nada.

Um exemplo clássico: o hidrossanitário passa um tubo de esgoto exatamente onde o estrutural colocou uma viga. Sem compatibilização, isso vira decisão de canteiro, resolvida às pressas. Compatibilizado, o tubo muda de caminho ainda no projeto e o conflito nem chega a existir na obra.

Na EZA, a compatibilização dos projetos faz parte do processo, junto com a visualização em VR. Com isso o cliente entende melhor cada detalhe, antecipa decisões e segue com mais confiança. É um trabalho que não aparece em foto, mas aparece no cronograma e no bolso.

Quando contratar cada um deles

A resposta curta: todos antes de a obra começar. O caminho que funciona é fechar o projeto arquitetônico, contratar os complementares na sequência, compatibilizar tudo e só então orçar e planejar a execução. Quem inverte essa ordem acaba orçando uma casa que ainda não está definida de verdade.

É por isso que, nas etapas da construção de uma casa, a fase de projeto parece demorada. Ela é demorada mesmo, e é bom que seja. Construtora com engenharia própria, caso da EZA desde 1991, acompanha do projeto à execução com a mesma equipe, o que reduz o ruído entre quem desenha e quem constrói.

Casa boa não nasce só de um projeto bonito. Nasce de um conjunto de projetos pensados juntos, compatibilizados e respeitados no canteiro, do primeiro traço à entrega das chaves. Se você está planejando construir em Criciúma e região e quer entender como isso funciona na prática, chama a EZA no WhatsApp (48) 99191-2018, escreve para [email protected] ou conheça as obras em eza.com.br. A gente senta com você e mostra onde cada projeto entra no processo.

Perguntas frequentes

Quem faz os projetos complementares de uma casa?

Engenheiros especializados em cada área, como o calculista no estrutural e o engenheiro eletricista no elétrico. O ideal é que trabalhem em conjunto com o arquiteto desde o início, e não cada um isolado. Construtora com engenharia própria costuma coordenar esse trabalho para o cliente.

Quanto custam os projetos complementares?

Varia com o tamanho e a complexidade da casa, mas costuma representar uma fração pequena do custo total da obra. Na prática, é um dinheiro que volta, porque projeto bem feito reduz desperdício de material, retrabalho e aditivo no meio da construção. Peça sempre o orçamento junto com o escopo detalhado de cada projeto.

Dá para construir só com o projeto arquitetônico aprovado na prefeitura?

A obra até sai do chão, mas cada decisão técnica passa a ser tomada no improviso, por quem estiver no canteiro naquele dia. O resultado costuma ser retrabalho, prazo estourado e, nos casos mais graves, risco para a estrutura. O projeto aprovado na prefeitura resolve a parte legal, não o funcionamento da casa.

Quer construir a sua casa de alto padrão em Criciúma?

A EZA Engenharia cuida do seu projeto do início à entrega, desde 1991.

Falar no WhatsApp Pedir orçamento
EZA Engenharia
R. João Pessoa, 645 - Centro,
Criciúma - SC, 88801-530
EZA Engenharia. Todos os direitos reservados.Política de Privacidade e Cookies
WhatsApp